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Catamarã na Região Extremo Sul em discussão.

                                                                      CATAMARÃ – EXTREMO SUL

Durante a noite de 2 de julho, o Centro Administrativo Regional ( C A R ) Extremo Sul sediou na reunião da comissão de Urbanismo, Trasporte e Habitação ( Cuthab ) da Câmera Municipal, com a comunidade, para tratar da implantação do trasporte “hidroviário” nas regiões do Sul e Extremo Sul de Porto Alegre.O encontro, realizado em Belém Novo, teve entre seus objetivos esclarecer os motivos do atraso no desenvolvimento de uma linha do catamarã ligando a Zona Sul de Porto Alegre ao centro da cidade.

Durante a reunião, os representantes do Município e do Estado foram questionados sobre detalhes em relação ao projeto, pois a população da região está em crescimento e a implantação de uma linha de passageiros  pelo Guaíba em bairros da região representaria melhoria no trasporte.Atualmente, o que há de concreto é o interesse de uma empresa em operar em futuros pontos de embarque e desembarque na Zona Sul: a CAT SUL ( que utiliza embarcações catamarã para trasporte entre Porto Alegre e Guaíba e do Centro da cidade até o Cristal).Também há estudos e pedidos de moradores  pra que bairros localizados ás margens do Guaíba contem com atracadouros: Tristeza, Ipanema ( Espirito Santo ou Guarujá ), Belém Novo, Lami e Ponta Grossa poderão vir a receber estes equipamentos.

O procurador Carlos Eduardo da Silveira, da Procuradoria -Geral do Município, revelou que a liberação de qualquer projeto depende da garantia de “viabilidade”. Representando a secretaria de Portos e Hidrovias (  S P H), o engenheiro Reinaldo Gambim explicou que uma das dificuldades de implantar o trasporte hidroviário é que são necessários no mínimo dois metros de profundidade para atracar o barco, mas a beira do Guaíba, do leito á superfície, tem em torno de um metro e meio.

Já o capitão tenente fluvial Dalbon explicou que é necessário um estudo aprofundado do canal de navegação para que a Marinha libere o trasporte pelo Guaíba, de maneira correta, mas também disse que, quando é destacado  o interesse público, e,” com vontade do governo, o projeto tem prioridade sobre os demais”, o que pode agilizar a liberação. Antônio Vigna, da Empresa Pública de Trasporte e Circulação ( E P T C ), destacou que, além de cumprir as normas da Marinha e da    S P H e realizar os levantamentos batimétrico e hidrográfico, umas da etapas a serem cumpridas é a definição da tarifa. Já o arquiteto e urbanista Marcelo Alet, da Secretária Municipal de Urbanismo ( S M U R B), lembrou da necessidade estudos de impacto ambiental e também de uma equação econômica que seja viável policatamara_620x465ticamente, tecnicamente e economicamente”.img068

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