Luar da Existência

Luar da Existência

Parte 16 Paulo Rolim

Não e de se arrebatar pela floração dos ipês roxos e azaleias desta Primavera. O encanto e o fascínio de suar cores e perfume enfeitam a alma e reaumentam o espirito.

Prestígio e segurança se tem,quando se tem igualmente, uma mãe e um pai de fé e de bondade.

O dom e o talento desenvolvidos lança o homem á presença de Deus. Abe dicar da pática é renunciar á vida e á sua exuberância plena.

Há sempre dentro de cada homem uma donzela aprisionada.chorando copiosamente por sua liberdade. Há pessoas que depositam na gente seu lixo existencial,como se faz num vaso sanitário sem puxar a descarga.É ato próprio de espíritos mal acabados.

Todos os empregados passam a sentir as mesmos sintomas de seus patrões.E um mimetismo que significa proteção e carinho pelos seus donos.

Um beija-flor, quando se depara frente a frente com uma flor, murcha e seu pólen deve sofrer uma lamentável frustração.

Nós somos finitos.Quando doentes finitude se torna duplicada.

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